Setembro era a época em que a pressão começava a subir e o coração galopava de nervoso só de pensar que o vestibular estava chegando. A pressão de escolher o curso e saber cantar mosquito teimoso, te bato, te pico, te meto no vídrico pra não esquecer a nomenclatura dos ácidos deixava qualquer um louco.
E, além de ler os jornais e revistas semanais pra saber o que tá rolando no mundo e pode cair nas provas, tem também a lista de livros que, para a sorte de alguns, foi unificada para Fuvest e Unicamp. Os livros para o vestibular desse ano são:
Viagens na minha terra – Almeida Garrett;
Til – José de Alencar;
Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antônio de Almeida;
Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis;
O cortiço – Aluísio Azevedo;
A cidade e as serras – Eça de Queirós;
Vidas secas – Graciliano Ramos;
Capitães da areia – Jorge Amado;
Sentimento do mundo – Carlos Drummond de Andrade
Nós somos suspeitas pra dizer pra você esquecer os resumos, ler todos os livros e deixar para a internet só a pesquisa sobre as análises literárias, mas nós vamos dizer mesmo assim! Livro de vestibular muitas vezes parecem chatos, mas do meio pra frente a história fica boa! – como um agradecimento do autor por você ter chego até ali, rs.
No Guia do Estudante eles falam um pouco sobre a estrutura do romance, o foco narrativo e o tempo, além de fazer um retrato do Brasil rural do século XIX – clique aqui para ler.
Com essas leituras, espera-se que o aluno tenha a capacidade de analisar e interpretar os textos, reconhecendo seus diferentes gêneros e modalidades, bem como seus elementos de composição, tanto aqueles próprios da prosa, quanto os da poesia. Além disso, implica também na capacidade de relacionar o texto com o conjunto da obra em que se insere, com outros textos e com seu contexto histórico e cultural.